quarta-feira, 23 de abril de 2008

Food Music II (sobremesa)


Sumo na vida, é o que eu vos desejo

Food Music I





Enquanto procuro a Cumbia del Mole, aceitam-se sugestões :)))

segunda-feira, 3 de março de 2008

Peixes a bailar para a Princesa!


Não era muito grande quando nasceu. A cabeça dela era redondinha, parecia uma laranja. Era calma e desde o primeiro dia, competente. Era um bebé sério, que não sorria para quem não conhecia e mesmo quando gostava das atenções procurava conter-se, mirando o interlocutor de cima a baixo. Em tudo o que aprendia, o processo subjacente parecia oculto, como se aparecesse já sabendo, como por magia. Atenta, não lhe escapam os detalhes e dificilmente esquece. Pelo caminho, brotou a flor, não é mais tão tímida e pelo caminho, a sua dádiva aos outros não passa despercebida.
Enche a minha vida de cartas, desenhos, declarações de amor, pergunta por amigos e familiares, e quando me copia coro por dentro com o elogio. Até hoje, e acredito que pela vida fora, penso que ela nasceu de mim para me ensinar e não para aprender. Além de tudo, é linda. O seu nome significa Senhora da casa, e ela faz questão de fazer juz a ele. Parabéns, Parabéns, Parabéns! Feliz aniversário à princesa das nossas vidas.

(a música que ela pede)

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Dos gotas de llanto


Somos dos seres en uno que
amando se mueren, para ocultar,
en secreto, lo mucho que quieren.

Somos, en nuestra quimera doliente
y querida, dos hojas que el viento
juntó en el otoño. Somos un sueño,
imposible, que busca la noche,
para olvidarse del mundo, de Dios
y de todo.

Pero qué importa la vida,
con esta separación,
somos dos gotas de llanto en una canción.
Nada más eso somos.
Nada más.

Chavela Vargas, Somos

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Um lugar na cadeia alimentar

Daqui

Ela sabe, ela sabe. Catz rule. Ela faz por reprimir quando isso lhe vem à cabeça, para conseguir continuar a cuidar deles. Just don't push it. One never noez what ze wind may bring aboat hey, pussy catz?

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Segredos





Todos os domingos vou olhar. Uma espécie de ritual, como o café da manhã e o jornal. Indecisa entre a culpa e a sensação de partilha, a vontade de conhecer melhor o que as pessoas levam por dentro. Ainda não estou certa do que procuro lá. Mas sempre volto.